sábado, 9 de junho de 2012
Morte Digna
Aos três anos, menina morreu após os aparelhos que a mantinham viva serem desligados.
A menina de três anos cujo caso motivou sanção da lei de Morte Digna apovada em 9 de Maio pelo Senado argentino morreu após o respirador que a mantinha com vida ter sido desligado, informou nesta sexta-feria(8) a imprensa local.
Camila Sánchez faleceu na ultima quinta-feria(7) no hospital Cetro Galego de Bunos Aires por causa de uma para cariorrespiratória não traumática duas horas depois de desligarem o aparelho.
A menina nasceu em 27 de Abril de 2009 com uma hipoxia( baixa taxa de oxigênio no sangue) cerebral que a impediu de respirar durante o parto, e entrou em coma apesar das tentativas d reanimação. Aos quatro meses, Camila passou por uma traqueostoma e um implante de um botão gastrico, com o qual permaneceu até ontem.
O caso da menina argentina veio a público em outubro de 2011 quando sua mãe enviou uma carta á presidente argentena, Cristina Kirchner, na qual reivindicava uma mudança na legislação para o reconhecimento do direito á "mort digna" ,e denunciava que sua filha era vitima de uma "clara obstinação médica".
A lei de Morte Digna, aprovada por unanimidade pelo senado argentino em Maio, consagra o direito dos pacientes-ou seu tutores legais, no caso de menores de idade-que sofrem doenças irreversíveis,incuráveis ou em estágio final terminal, de decidir voluntariamente a retirada de aparelhos de suporte da vida.
A menina de três anos cujo caso motivou sanção da lei de Morte Digna apovada em 9 de Maio pelo Senado argentino morreu após o respirador que a mantinha com vida ter sido desligado, informou nesta sexta-feria(8) a imprensa local.
Camila Sánchez faleceu na ultima quinta-feria(7) no hospital Cetro Galego de Bunos Aires por causa de uma para cariorrespiratória não traumática duas horas depois de desligarem o aparelho.
A menina nasceu em 27 de Abril de 2009 com uma hipoxia( baixa taxa de oxigênio no sangue) cerebral que a impediu de respirar durante o parto, e entrou em coma apesar das tentativas d reanimação. Aos quatro meses, Camila passou por uma traqueostoma e um implante de um botão gastrico, com o qual permaneceu até ontem.
O caso da menina argentina veio a público em outubro de 2011 quando sua mãe enviou uma carta á presidente argentena, Cristina Kirchner, na qual reivindicava uma mudança na legislação para o reconhecimento do direito á "mort digna" ,e denunciava que sua filha era vitima de uma "clara obstinação médica".
A lei de Morte Digna, aprovada por unanimidade pelo senado argentino em Maio, consagra o direito dos pacientes-ou seu tutores legais, no caso de menores de idade-que sofrem doenças irreversíveis,incuráveis ou em estágio final terminal, de decidir voluntariamente a retirada de aparelhos de suporte da vida.
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Ola! Meu nome Solange Rosada tenho 18 anos, menina de Luanda amante de tudo que é bom, criei este blog para partilhar com vocês o que sei sobre moda, beleza, corpo, enfim tudo aquilo que gosto. O resto vocês descobrem com o tempo.
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